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Vida de Rico » Gastronomia

Archive for the 'Gastronomia' Category

Rio de Janeiro para ricos

Thursday, October 21st, 2010

O Rio de Janeiro é um dos principais destinos turísticos do Brasil, tanto entre turistas brasileiros como entre estrangeiros.

Todo ano, milhões de turistas encantam-se com as belezas do Rio, e com a qualidade de seus serviços turísticos.

Pontos como as praias de Copacabana e Ipanema, o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar e outros atraem multidões todos os dias do ano; hoteis e restaurantes, frequentemente, são completamente tomados por famílias que planejam cuidadosamente seus passeios, a fim de tirar o máximo proveito de cada Real gasto na viagem.

E se você ganhar na mega-sena e quiser aproveitar as belezas do Rio, agora com a visão de um milionário? Quais as opções?

Abaixo, algumas sugestões.

Primeiro, esqueça as companhias aéreas. Contrate uma empresa de táxi aéreo, como a Líder, e frete o seu próprio jatinho; não se esqueça de pedir que o pouso e a decolagem sejam feitos no aeroporto Santos Dumont, que fica mais próximo à Zona Sul e evita o trânsito desde o distante aeroporto do Galeão.

Mas como será inevitável ter que se deslocar pelo Rio, o ideal é alugar uma limusine (desnecessário dizer, com motorista).

Para se hospedar, um rico ficaria em qualquer um dos hoteis cinco estrelas do Rio, mas um milionário que se preze fica no Copacabana Palace - e, melhor ainda, paga pelo pacote de reveillon com vista para o mar nas suítes do Copa.

Para o almoço, a escolha é evidentemente entre os melhores restaurantes do Rio; boas opções são o Olympe, do chef Claude Troigros, ou o restaurante da Roberta Sudbrack, que já foi coordenadora gastronômica da Presidência da República.

Para passear, o melhor é alugar um helicóptero. Empresas como a Helisight ou a Helisul oferecem voos panorâmicos cobrindo todos os principais pontos turísticos do Rio.

Se você ainda não for milionário, saiba: o Rio de Janeiro é uma cidade maravilhosa, mesmo para quem não tem muito dinheiro.

Champanhe

Tuesday, January 27th, 2009

A champanhe (ou champanha, em Portugal, ou champagne, na França) é conhecida como a bebida dos reis; os reis franceses eram coroados na cidade de Reims, próxima à área produtora de champanhe, e as coroações eram celebradas com a bebida. Até hoje, a champanhe é a bebida associada à celebração de fatos importantes ou de grandes feitos (tais como a passagem do ano novo, as vitórias nas corridas de Fórmula 1, e, a partir desse ano, a premiação do Oscar).

De acordo com a legislação francesa, a denominação champagne somente pode ser aplicada aos vinhos produzidos na região de Champagne, nordeste da França. “Champanhes” produzidas em outras regiões do mundo são na verdade “vinhos espumantes” (sparkling wine, em inglês) ou “vinhos borbulhantes” ou, mais comumente, simplesmente “espumantes”. Existem pouco mais de 40 produtores oficiais de champanhe (ver lista completa), dos quais os mais conhecidos são provavelmente Bollinger, Moët &  Chandon e Veuve Clicquot.

Desde o século V, os romanos já produziam uvas e vinhos na região de Borgundy, nordeste da França. Os vizinhos ao norte, em Champagne, tentavam reproduzir os vinhos, mas enfrentavam alguns problemas: por causa da diferença de clima e solo (Champagne situa-se no limite geográfica da região propícia pra cultivo de vinícolas), as uvas de Champagne tinha mais dificuldade em atingir o ponto de amadurecimento, tornando-se com isso mais ácidas e menos doces.

Para contornar esse problema, na segunda metade do século 17, o monge Dom Perignon adotou o procedimento (há controvérsias sobre se ele teria sido também o inventor da técnica) de se adicionar um pouco de açúcar ao vinho já fermentado.

Esse açúcar inicia uma segunda etapa de fermentação (a fermentação é a transformação de açúcar, presentes também nas uvas, em álcool e gás carbônico), que ocorre dentro de um contenedor fechado; com isso, o gás acumula-se dentro do contenedor, e se libera quando a bebida é servida.

Existem diversas variações de champanhe, dependendo de como a bebida foi produzida. Por exemplo, dependendo da quantidade de açúcar adicionado para a segunda fermentação, os champanhes podem ser classificados desde doux (doce, bastante açúcar) a extra-brut (extra bruto, pouquíssimo açúcar), os mais comuns sendo demi-sec e brut (níveis moderados de açúcar).  

Ademais, a forma de armazenamento também gera diferenças de classificações; o champanhe pode ser armazenado em barris ou, mais comumente, na própria garrafa; o açúcar pode ser adicionado após o término da primeira fermentação, ou um pouco antes dele; o champanhe pode ser envelhecido em repouso ou em movimento, a temperaturas baixas ou amenas, com ou sem injeção de gás carbônico, etc. Os melhores champanhes são aqueles que utilizam as melhores uvas e empregam as melhores técnicas de produção. 

Lembre-se: Reis que poderiam ter escolhido qualquer bebida do mundo escolheram a champanhe.

Ouro na comida

Monday, January 26th, 2009

No Emirates Palace Hotel, em Abu Dhabi, encontra-se ouro em todos os lugares em que se espera encontrá-lo: nas cortinas, na decoração do teto, nos móveis, nas jóias, relógios e roupas dos hóspedes; mas agora o hotel está inovando com outra moda: ouro na comida.

No restaurante do hotel, pode-se consumir ouro em cappuccinos, em bolos de chocolate e em garrafas de champanhe. Uma garrafa de três litros de champanhe Pinot Noir, Chardonnay ou Pinot Meunier com pó de ouro 24 quilates sai por US$ 2.995; os milionários russos bebem essa champanhe com ostras e caviar. 

Segundo o hotel, em 2008 o restaurante consumiu 5 kg de ouro, na forma de pó ou finíssimas folhas de 1g, ao custo de US$ 100 o grama.

Esse costume originou-se com os antigos egípcios, que acreditavam quea ingerir ouro trazia melhorias à saúde. No restaurante Serendipity 3, de Nova York, há algum tempo é servido um bolo chamado Golden Opulence Sundae, preparado com diversos ingredientes de requinte e coberto com finíssimas folhas de ouro (0,07 micrômetros de espessura) de 23 quilates; o sorvete é servido em taça de cristal e tomado com colher de ouro. Quem experimentou o sorvete afirma que o ouro não tem gosto nenhum, apenas proporciona uma sensação crocante.

Hoje, sabe-se que o ouro comestível é inerte, ou seja, nenhum dos ácidos dos sistema digestivo humano consegue quebrá-lo; isso significa que o ouro é rapidamente eliminado doo organismo, de forma pura.

Se o ouro não tem gosto e é expelido integralmente do organismo, por que comê-lo então? “Por que é um sinal de excelência, que mostra o dinheiro, o poder e a importância da pessoa”, afirma o restaurante.

Bebidas mais caras do Rio

Sunday, January 18th, 2009

O jornal O Globo publicou uma excelente reportagem sobre as bebidas mais caras servidas nos bares e restaurantes do Rio de Janeiro; o jornal pesquisou preços de bebidas como água mineral, cafezinho, whisky, etc. e encontrou resultados interessantes.

Entretanto, assim como a maioria dos grandes jornais, O Globo tem o mau hábito de não colocar links para sites externos, que possam enriquecer a reportagem; assim, segue abaixo um trecho da reportagem d’O Globo, comentado e complementado por esse blog.

Cerveja. Apesar do nome, a cerveja Falke Tripel Monasterium é brasileira (produzida pela Falke Bier), e ainda é difícil de ser encontrada no Rio - o boteco Aconchego Carioca, na Praça da Bandeira, é um dos poucos lugares onde ela é encontrada, ao preço nada convidativo: R$ 75 a garrafa de 750ml. Quando a Falke chega à mesa, porém, vê-se logo parte da razão do seu preço: para começar, a garrafa é de champanhe, com rolha e tudo; além disso, ela é feita com ingredientes importados e fermentada na própria garrafa por muito mais tempo que uma cerveja tradicional, afirma Kátia Lopes, uma das sócias.

Café. O café Jacu Bird é produzido de forma semelhante ao Kopi Luwak, o café mais caro do mundo, com a diferença de que em vez de um mamífero, é um passáro, o Jacu, quem come e expele os grãos de café; depois de colhidos à mão entre as fezes e devidamente processados, viram a iguaria, que custa R$ 8 a xícara, no restaurante Intervinos. Existe também um café orgânico normal produzido pela mesma fazenda - a Camocim, no Espírito Santo - sai a R$ 3,50, menos da metade daquele cujos grãos são selecionados pelo jacu.

Água mineral. No cardápio do Cipriani, restaurante no Copacanaba Palace, o que chama atenção é preço o da água mineral. A nacional de 330ml mais barata custa R$ 7 (com direito a rótulo personalizado do hotel). As mais caras são as italianas Panna e San Pellegrino, com meio litro, a R$ 18. E, no meio, a clássica Perrier, francesa, sai a R$ 15 (330ml).

Conhaque. Imagine beber tão somente 50ml de um conhaque e, por esse efêmero prazer, pagar estratosféricos R$ 1.002. É o preço de uma dose do conhaque Louis XIII, produzido pela destilaria francesa Rémy Martin, no Antiquarius. Há, claro, razões alegadas para esse preço: a bebida é o resultado da combinação de 1.200 conhaques diferentes, envelhecidos por temporadas entre 40 e cem anos em barris de carvalho limousin.

Whisky. O Ballantine’s 30 anos custa R$ 110, a dose, no Esplanada Grill (essa foi a única referência a whisky na reportagem do Globo; com alguma persistência, provavelmente teriam encontrado algum Johnnie Walker Blue, que certamente custaria mais caro). Leia também: o whisky mais caro do mundo.

Cachaça. A cachaça Havana tem história. Segundo se conta, quando o produtor Anísio Santiago foi impedido de usar o nome, substituiu os rótulos por outros; rResultado: as já vendidas viraram raridade. Em 2004, dois anos depois da morte de Santiago, o restaurateur Marcelo Torres arrematou um lote de seis delas em um leilão - e pôs a dose a R$ 59,60 no Bar do Grill.

Tequila. A exclusividade de uma garrafa da tequila Jose Cuervo Reserva de la Familia é um dos fatores que fez com que o Hotel Fasano estipulasse o preço de uma dose a R$ 81. Servida no Fasano Al Mare e no Londra, a Reserva de la Familia é a única tequila do hotel que vem em taça de cristal.

O sushi mais caro do mundo

Wednesday, January 7th, 2009

É bem sabido que, por seu sabor e qualidade, a culinária japonesa é muito apreciada, e os restaurantes de comida japonesa são de preço acima da média. Mas quão caro pode ser um sushi?

Uma nota do Yahoo! informa que um espécime de atum azul foi leiloado em Tóquio por mais de US$ 100.000 (cem mil dólares); o atum azul é um dos peixes mais nobres da culinária japonesa, e, para evitar sua extinção, uma lei limitou o volume do peixe que pode ser pescado anualmente. O peixe foi comprado por dois sushimen concorrentes, um estabelecido em Hong Kong e outro estabelecido no Japão.

Como o peixe pesava 128 kg, o preço pago foi de US$ 817 por kilo, ou mais de R$ 2000 por kilo, ou seja, uma ordem de cem vezes mais caro do que o preço do atum consumido nos restaurantes japoneses do Brasil. O Yahoo! não informa qual o restaurante onde o peixe poderia ser saboreado, mas pelo preço pago pelo atum pode-se especular que seja um dos mais caros do mundo.

No Brasil, um sushiman famoso (e provavelmente o mais caro) é Jun Sakamoto, que cobra ao redor de R$ 200 por um menu degustação, o omakase. Em um omakase, não há cardápio: o cliente simplesmente acredita nas habilidades do sushiman (a palavra omakase significa “confiança” - no sushiman), que prepara uma seleção de pratos utilizando os ingredientes mais frescos do dia.

Nos Estados Unidos, segundo a Forbes, o restaurante japonês mais caro é o Masa, em Nova York, cujo sushiman é Masa Takayama. O sistema também é de omakase - a Forbes menciona atum azul e caviar real. Reservas devem ser feitas com três semanas de antecedência. Preço: US$ 800 por pessoa (mais bebida e gorjetas).

O whisky mais caro do mundo

Sunday, December 14th, 2008

De acordo com a Forbes, o whisky mais caro do mundo é o Macallan Fine & Rare, safra 1926. A Macallan já vendeu todas as garrafas que produziu, ao preço de US$ 36.000.

No Brasil, o whisky mais caro é provavelmente o Johnnie Walker Blue Label. Confira o preço do Johnnie Walker Blue Label.

Segundo o site Vintages, especializado na venda de bebidas finas, a última garrafa da safra de 1926 foi vendida por US$ 54.995; há ainda, entretanto, garrafas de diversas outras safras, por preços mais módicos (entre US$ 1.695 e US$ 11.995). Se você fizer questão de provar da safra de 1926, contudo, visite o restaurante Old Homestead, no Hotel e Casino Borgata, em Atlantic City, onde cada dose custa US$ 3.300.

Whisky mais caro do mundo

Whisky mais caro do mundo

A The Macallan é uma das mais antigas e tradicionais marcas de whisky da Escócia (a História da Macallan, segundo o site da empresa, começou no século 16). A Macallan é a mais renomada produtora de whisky “single malt” no mundo; single malt significa que o whisky é produzido em uma única destilaria (outras marcas produzem whisky “blended malt”, o que significa que o malte utilizado provém de diversas destilarias).

Se você acaso tiver a oportunidade de provar um Macallan, siga as sugestões da própria sobre “como melhorar apreciar um Macallan“:

“Pegue seu copo e coloque uma dose de Macallan. Levante o copo contra a luz e perceba a cor esplendorosa. Agora agite a incomparável bebida gentilmente no copo para liberar os complexos aromas. Agora a parte mais importante da degustação, leve o copo próximo ao nariz e sinta o perfume, uma experiência sensorial única.

Nesse momento você deve adicionar um pouco de água ao whisky. Assegure-se de que a água não tem gás, está gelada e fresca. Agite o copo e sinta o perfume do Macallan novamente. Delicie-se com as sutis mudanças do buquê, à medida que a água ajuda na liberação de um novo conjunto de aromas.

Finalmente, é hora de provar e saborear o Macallan. Se você preferir, pode colocar gelo, como é a escolha de muitos apreciadores conhecedores. Mas quer seja puro, com água, com ou sem gelo, você perceberá por que o Macallan é o whisky single malt com o qual todos os outros tentam se comparar.”

No Brasil, o whisky mais caro é provavelmente o Johnnie Walker Blue Label. Confira o preço do Johnnie Walker Blue Label.

O mais caro (e melhor ?) chocolate do mundo

Saturday, November 1st, 2008

É difícil apontar qual o melhor chocolate do mundo, já que isso depende do gosto e paladar de cada pessoa; entretanto, como preço é um fator objetivo e não subjetivo, pode-se tentar encontrar um produto que ostente o título de o chocolate mais caro do mundo.

Até o início do ano, o chocolate mais caro do mundo era uma Madeleine produzida pela empresa Knipschildt Chocolatier (que também detém a marca Chocopologie); a empresa foi fundada pelo dinamarquês Fritz Knipschildt, que começou produzindo chocolates em seu próprio quarto e graças a seu paladar tornou-se um dos maiores chocolatiers (especialista em chocolates) do mundo.

A Madeleine é essa mostrada na foto ao lado. Pesa 42 gramas e custa US$ 250. A pasta básica é feita com chocolate francês de Valrhona, a melhor do mundo; a pasta é misturada com um creme de leite e chocolate que passa 24 horas recebendo infusão de grãos de baunilha e algumas gotas de óleo de trufas italiano. A pasta é moldada ao redor de uma trufa Perigord (as trufas mais caras do mundo), e o conjunto é recoberto com pó de cacau.

Mas mais importante do que os ingredientes, é a forma de preparo que valoriza o chocolate. Knipschildt trabalha as madeleines uma a uma; a pasta e o creme são longamente remexidos, para garantir a maciez do chocolate; para moldar a trufa, Knipschildt leva o conjunto para uma sala refrigerada, de modo a manter a textura do chocolate. “É um processo demorado e delicado. Quando você compreende quanto trabalho isso toma, você percebe que o chocolate vale cada centavo”, afirma Knipschildt.

Recentemente surgiu um concorrente para esse bombom; a Harrods, de Londres, colocou à venda em julho uma caixa de chocolates que custa £ 5000, ou aproximadamente US$ 7300 ao câmbio de hoje (no início do ano, a conversão chegou próxima a US$ 10000). A caixa vem com 49 chocolates, o que dá um valor aproximado de US$ 150 por chocolate.

O chocolate é produzido pela empresa libanesa Patchi, utilizando-se, evidentemente, ingredientes refinados. Entretanto, diferentemente da Madeleine de Knipschildt, parece que no caso da Patchi o que realmente encarece o produto é a embalagem: a caixa é feita em couro e seda trabalhados a mão, e no interior os chocolates são separados por adornos em ouro e platina; além disso, cada caixa traz uma mensagem individualizada insculpida na tampa. Infelizmente, não há imagens do chocolate disponíveis.

No Brasil, país com longa tradição na produção de doces, existem excelentes marcas de chocolate de alto padrão: a Chocolat du Jour, com quatro lojas em São Paulo, e a Kopenhagen, com lojas em shopping centers de diversas cidades.

Johnnie Walker

Sunday, October 5th, 2008

Johnnie Walker é uma marca de whisky escocês produzido em Kilmarnock, na Escócia. É a marca de whisky mais distribuída do mundo, com vendas em praticamente todos os países, em volume aproximado de 120 milhões de garrafas.

A empresa foi fundada em 1820 por John Walker (John é o equivalente a João, em Português, e Johnnie é o equivalente a Joãozinho; Johnnie Walker significa Joãozinho Andador ou Joãozinho Caminhador); John abriu uma mercearia, e logo se especializou na fabricação de whisky, conhecido como Walker’s Kilmarnock Whisky. Após a morte de John em 1857, o negócio foi assumido pelo filho, Alexander Walker, e posteriormente pelo neto, Alexander Walker II.

Em 1865, Alexander produziu o primeiro whisky blend; os blend são produzidos a partir da mistura de diferentes tipos de malte, enquanto os whiskies single malt (como o Macallan) são produzidos com apenas um tipo de malte. Em 1870, foi lançada a característica garrafa quadrada (uma maneira de facilitar a estocagem das mesmas).

Em 1908, uma série de mudanças significativas. O nome foi alterado para Johnnie Walker, foi lançado o logo do Homem Caminhando (Striding Man), e a classificação por cores foi consolidada. Atualmente, os Johnnie Walker existem nas seguintes colorações:

Johnnie Walker Red & Cola. Mistura de Johnnie Walker Red Label e um refrigerante similar à Coca-Cola; não é vendido no Brasil.

Johnnie Walker Red Label. Envelhecido no mínimo oito anos. Veja preços do Johnnie Walker Red.

Johnnie Walker Black Label. Envelhecido no mínimo doze anos. Veja preços do Johnnie Walker Black.

Johnnie Walker Green Label. Envelhecido quinze anos. Os maltes que compõem o blend são também mais selecionados; o Green é composto de quinze maltes, contra 35 do Red e 40 do Black; o Green tem também teor alcoólico mais alto: 43 graus, contra 40 dos demais labels. Pesquise preços do Johnnie Walker Green Label.

Johnnie Walker Gold Label. Maltes envelhecidos entre quinze e dezoito anos. Também com apenas quinze maltes, ainda mais selecionados que os do Green. O Gold foi criado por Alexander II no início do século 20, para comemorar o centenário da Johnnie Walker; entretanto, a produção foi afetada, por conta da Primeira Guerra, justamente pela escassez de alguns dos maltes mais nobres. Veja preços do Johnnie Walker Gold Label.

Johnnie Walker Swing. A palavra swing significa “balanço”, e é uma referência ao formato da garrafa, com fundo abaulado, que lhe permite balançar para frente e para trás quando empurrado.  É um pouco mais doce que os demais, lembrando o bourbon. Foi o último blend criado por Alexander II. Pesquise preços do Johnnie Walker Swing.

Johnnie Walker Blue Label. O mais caro dos Johnnie Walker, preparado a partir dos melhores maltes. Produção limitada, cada garrafa é numerada individualmente, embalada em caixa com adornos em seda, acompanhada de certificado de autenticidade. Não há referência oficial à idade dos maltes, mas os folhetos da Johnnie Walker falam em maltes de “até 60 anos”. Confira os preços do Johnnie Walker Blue Label.

O melhor azeite do mundo - Lambda

Saturday, September 6th, 2008

OK, não é necessário ser milionário para se utilizar azeite de oliva, em lugar de outros óleos vegetais; na verdade, trata-se também de uma opção de saúde, já que é sabido que o azeite de oliva traz diversos benefícios ao organismo. Entretanto, como as oliveiras (plantas das azeitonas) não se adaptam bem ao Brasil, todo o azeite de oliva de boa qualidade deve ser importado, o que encarece o preço ao consumidor, e isso por si só dá ao bom azeite (extra-virgem) uma aura de “produto de rico”.

Confira preço de azeite de oliva à venda no Brasil.

Mas mesmo os bons azeites não sao todos iguais.

A Speiron (o nome vem do grego antigo, e significa “semear”) é uma empresa fundada pelo grego Giorgio Kolliopoulos com um objetivo definido: produzir o melhor azeite do mundo. Giorgio dedicou-se por alguns anos a estudar as propriedades organolépticas da oliva, bem como, sob supervisão do Conselho Internacional do Azeite de Oliva, as melhores técnicas para extração do azeite.

Lambda - melhor azeite do mundo

Lambda - melhor azeite do mundo

O resultado do trabalho de Giorgio é o Lambda, um azeite ultra premium extra virgem.

O Lambda provém apenas de azeitonas produzidas na região de Kritsa (ilha de Creta, Grécia), ganhadora de diversos prêmios pela alta qualidade das oliveiras. As azeitonas são todas colhidas manualmente, e o esmagamento para extração do azeite é feito em menos de dez horas após a colheita, o que garante para o produto um sabor e frescor incomparáveis. O azeite é avaliado periodicamente em laboratórios para garantia das propriedades organolépticas e químicas.

O Lambda tem acidez máxima de 0,3º (a safra de 2007/2008 teve acidez de 0,19º); para comparação, os melhores azeites extra-virgem oferecidos no Brasil garantem apenas acidez máxima de 0,5º.

Uma garrafa de 500 ml de Lambda custa € 37,50, ou aproximadamente R$ 110 ao câmbio atual; são vendidas no máximo dez garrafas por cliente. Aos que quiserem ofertar o Lambda como presente, está disponível uma embalagem de luxo por € 150. Vendas no site da Speiron.

Veja também: perguntas e respostas sobre azeite.

Confira preço de azeite de oliva à venda no Brasil.

O café mais caro do mundo

Saturday, August 30th, 2008

Quem assistiu ao filme Antes de Partir provavelmente já sabe: o café mais caro do mundo chama-se Kopi Luwak, originário da Indonésia.

Luwak

Luwak

Kopi é a palavra Indonésia para “café”, e Luwak é como os indonésios chamam esse pequeno mamífero da foto ao lado, parecido com o quati.

Os Luwaks alimentam-se de grãos de café nos cafezais da Indonésia; esse país é conhecido pela alta qualidade de seu café (a linguagem de programação Java tem como símbolo uma pequena xícara de café, referência a uma das variedades produzidas na Indonésia), e o Luwak é conhecido por escolher somente os melhores grãos para se alimentar.

Uma vez no estômago do Luwak, a camada externa dos grãos é digerida, e o animal expele a parte interna junto com suas fezes. Aparentemente, os ácidos gástricos e as fezes do animal têm o poder de eliminar partes menos nobres do grão, deixando apenas as partes mais aromáticas e saborosas do café. Os indonésios reviram as fezes, selecionam os grãos e revendem para os milionários do mundo.

O Kopi Luwak custa US$ 600 a libra, ou aproximadamente US$ 1300 o kilo (pelo câmbio atual, mais de R$ 3.000 o kilo). Na Inglaterra, ele chega a ser vendido por £ 50 (US$ 70, ou R$ 150) a xícara. O preço é alto porque apenas 450 kg do produto chegam ao mercado global por ano, e a demanda dos milionários é maior do que isso.

Voltando ao filme: os protagonistas Jack Nicholson, um milionário, e Morgan Freeman, um mecânico pobre de gosto refinado, conhecem-se num hospital e são desenganados pelos médicos; decidem então elaborar uma lista de desejos que desejam concretizar antes de morrer.

Um dos desejos era “rir até chorar”. Nicholson apreciava e idolatrava o Kopi Luwak, mas desconhecia sua origem. Com Nicholson acamado, Freeman, segurando o riso, explica-lhe que o café que o amigo tanto valorizava era catado de entre as fezes de um quati. Incrédulo, Nicholson pergunta: “Are you shitting me?” e Freeman, soltando a gargalhada, responde “I am not, but that animal is”, e ambos, de fato, riem até chorar.

O Kopi Luwak não é vendido no Brasil, mas pode ser encontrado na internet aqui. No Brasil, embora não exista o Kopi Luwak, existem diversas máquinas de café expresso que ajudam a ressaltar o gosto do café; confira preços de máquinas de café expresso à venda no Brasil.