Dolce & Gabbana
December 12th, 2008
A Dolce & Gabbana foi criada pelos italianos Domenico Dolce (nascido em Palermo, Sicília, em 1958) e Steffano Gabbana (nascido em Milão, em 1962). No início, havia também uma relação conjugal; em 2005, Dolce e Gabbana se separaram, e continuaram tocando o negócio como sócios e amigos.

Dolce (esquerda) e Gabbana (direita)
O temperamento amigável da dupla conquistou popularidade entre diversas celebridades, incluindo Naomi Campbell, Gisele Bundchen, Isabella Rossellini, Madonna e muitas outras, o que ajudou muito no sucesso da marca. Já em 1997, o faturamento da Dolce & Gabbana era de £ 400 milhões, o que levou a dupla a declarar que estava pensando em se aposentar ao atingir 40 anos, plano depois abandonado; em 2005, o faturamento atingiu quase £ 600 milhões (mais de R$ 2 bilhões).
A empresa Dolce & Gabbana mantém na verdade duas marcas: a Dolce&Gabbana e a D&G.
A Dolce&Gabbana é dedicada ao mercado de luxo; os produtos têm design clássico, e a pretensão é que sejam utilizados por longo tempo, e não apenas na próxima estação da moda; a marca Dolce&Gabbana disponibiliza, além de moda, diversos outros produtos, como perfumes, roupa íntima, óculos corretivos, óculos de sol e bolsas.
A D&G é mais dedicada ao consumo de massas; é sob essa marca que os estilistas lançam os novos produtos para a próxima estação, procurando criar tendências, e não segui-las. A D&G oferece também diversos acessórios, como perfumes, óculos, material de praia, relógios e outros produtos. Além disso, existe também a D&G Junior, a versão D&G para crianças.
Há algum tempo, a marca ganhou destaque por um anúncio polêmico, que mostrava um homem agarrando uma mulher ao solo, enquanto outros observavam. Apenas reclamações de diversas entidades, a D&G resolveu tirar o anúncio de circulação.

January 16th, 2009 at 8:50 pm
[...] do intestino de alguém. Uma das coisa que me desperta curiosidade é como marcas como por exemplo Dolce & Gabbana, Louis Vuitton e Rolex viraram sinônimo de luxo, riqueza e poder. Alguém poderia argumentar que [...]