Marcas de Luxo na Internet
September 4th, 2008
Um dos principais fatores associados a empresas e lojas que vendem produtos de alto luxo é o chamado “atendimento pessoal e diferenciado”. Nesse setor, as lojas são decoradas com esmero, os funcionários (levemente esnobes) são criteriosamente selecionados (a gerente do Daslu é filha de um ex-Governador), e os potenciais compradores são paparicados

Notebook de Ouro
com atendentimento individual, sala vip, horário agendado, aperitivos e canapés, e tudo o mais que possa dar a eles a sensação de que não são clientes comuns.
Mas os tempos estão mudando; mesmo os milionários são atraídos pelas comodidades da internet: poupar tempo de escolha e economizar dinheiro na compra.
Reportagem do Wall Street Journal informa que mais e mais os ricos estão comprando produtos de luxo pela internet. A reportagem baseia-se em uma pesquisa conduzida pela Google e pela Unity Marketing (duas empresas, saliente-se, altamente interessadas no crescimento do comércio pela internet), a qual concluiu que 95% das pessoas com renda acima de US$ 1 milhão por ano fizeram sua última compra de produtos de luxo utilizando a internet; em média, cada um dos entrevistados gastou um montante de US$ 114.632 por ano em compras de produtos de luxo pela internet.
Para esses compradores, comprar um Patek Philippe ou um Louis Vuitton online não desvaloriza a marca. Aproximadamente 94% dos compradores entrevistados afirmaram que não vêem rebaixamento da marca por terem comprado pela internet, e 91% afirmaram que gostariam de ver outros de seus produtos de luxo favoritos disponibilizados online.
“Essas pessoas têm mais dinheiro do que tempo livre”, declara um dos dirigentes da Unity Marketing; “algumas vezes, é melhor fazer compras através do computador do que deslocar-se até as lojas”.
O crescimento desse segmento é confirmado por outra pesquisa feita pela Bain & Co. (firma de consultoria de vendas), que concluiu que as vendas de bens de luxo pela internet cresceram 65% em 2007, em comparação com 2006; do total global de vendas, 65% foram feitas para clientes americanos.
Isso significa que a H Stern vai adotar os métodos (e preços) do Atacado Biju? Certamente não. Mas provavelmente significa que, além de ourives e vendedores multilíngues, a HStern provavelmente estará contratando alguns bons webdesigners e programadores no futuro.
December 11th, 2008 at 3:18 pm
[...] podemos achar posts interessantíssimos como, por exemplo, um que já mostra uma foto de um notebook de ouro e outro que fala as marcas de luxo mais poderosas do [...]